Inglês para entrevista e processo seletivo.
Vinte e uma unidades para o momento em que o inglês custa caro: a vaga remota, a entrevista com gente de fora, a call em que você precisa discordar sem sumir da conversa.
Escreva parahello.anahytec@gmail.com
Tem pré-requisito: o curso inicial, ou inglês equivalente.
Investimento: em turma de até quatro, o valor por pessoa fica bem abaixo da consultoria individual, que parte de R$ 250 a hora. Peça a proposta.
Antes da entrevista.
Muita gente lê fluent English required, decide que não é fluente e fecha a aba. Não é testada, não descobre. Por isso o curso começa antes da entrevista, na hora de se candidatar, e a primeira frase que ele ensina é a que se diz antes de você se sentir pronto.
Do anúncio da vaga ao e-mail depois da entrevista.
Candidatar-se. Apresentar-se em noventa segundos sem se perder. Contar um caso com resultado. Falar de números sem inventar dado.
Explicar uma demissão ou um buraco no currículo. Negociar salário e formato. Discordar do entrevistador sem sumir da conversa. E entender quem está do outro lado — que raramente é americano.
Nada sobre perder o sotaque.
Existe preconceito contra sotaque em processo seletivo, e ele não some quando a pronúncia melhora — a pesquisa é clara nisso. O que este curso muda é o que você consegue dizer, a estrutura da sua resposta e o efeito que ela causa. Isso decide entrevista. Sotaque, não.