Zé Will
Wilian Fernandes Pereira trabalha há mais de vinte e oito anos com aquisição de idiomas, e passou quase oito dentro do Itamaraty. Talvez seja por isso que este curso se importa tanto com o efeito social de uma frase.
Começou em Campinas, em 1998. Desde então passou por escolas, turmas, aulas particulares e consultoria — inclusive inglês para fins específicos, feito sob a demanda de uma profissão. Trabalhou na Casa Thomas Jefferson, em Brasília, e foi oito anos Oficial de Chancelaria no Ministério das Relações Exteriores, onde viu de dentro como uma frase mal colocada muda o rumo de uma reunião.
É filósofo formado pela Unicamp. Fala espanhol, francês, inglês e português, e arranha italiano e híndi — o que é um jeito educado de dizer que ele sabe como é ser o pior falante da sala.
O método nasceu de uma pergunta que ele levou anos ouvindo: por que a mesma pessoa acerta no exercício e trava na conversa. A resposta não estava na gramática.
- Vinte e oito anos em aquisição de idiomas — escolas, turmas, particulares e consultoria
- Inglês para fins específicos (ESP), sob demanda profissional
- Professor na Casa Thomas Jefferson, Brasília
- Oficial de Chancelaria no Itamaraty — 2005 a 2013
- Filosofia, Unicamp
- Certificação CELTA, Universidade de Cambridge
- Autor de oito livros
- Mora em Brasília
- Canal no YouTube
- O método por trás dos cursos
Duas coisas que quase nenhum professor de inglês tem.
Vinte e oito anos vendo gente travar
Em escola, em turma, em aula particular e em consultoria para empresa. O curso não saiu de uma teoria: saiu de anotar qual frase faltou quando o aluno parou no meio.
Oito anos onde o inglês decide coisas
No Itamaraty, discordar sem romper e recusar sem ofender não são refinamento: são o trabalho. É essa camada que falta em quem estudou inglês e continua sendo lido como grosseiro sem entender por quê.